spacer.png, 0 kB
spacer.png, 0 kB
Home arrow Perfil arrow Ciara Cristina Vieira
Ciara Cristina Vieira
 

Quem conhece a Gincana do CIC, em Nova Lima (MG), sabe que há uma "figurinha carimbada", com carteirinha e cadeira cativa. A gincaneira Ciara Vieira, da Equipe decacampeã Borocochtó, geminiana (tigre, no chinês), abriu o verbo, em uma entrevista especial para o nosso Perfil. Confiram o bate-bola entre Ciara e o jornalista Ney Mourão.

1. 'Tá no RG...
Ciara Cristiana Vieira. Custei a gostar do meu nome. Por muito tempo achava meio "escalafobético". O Cristiana foi em homenagem a uma freira que trabalhou na Maternidade do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, onde nasci. Hoje acho meu nome bacanérrimo, apesar de acreditar que deveria ser ou Ciara ou Cristiana. Cheguei neste mundão de meu Deus, no dia 08/06/1962, numa 6ª feira, às 18:30 h.

2. Profissão e atual ocupação.

Sou assistente do Gerente de Novos Negócios da Drogaria Araújo S/A. Sou formada em Pedagogia, com habilitação em Tecnologia Educacional. Formei-me na UnB. Também sou professora de 1ª a 4ª séries, título conseguido no Colégio Sacré-Couer de Marie. Hoje em dia, voltei à escola. Estou fazendo o Curso de Especialização em Gestão Estratégica - área de Marketing, na UFMG. Neste mundo competitivo, é preciso estar sempre buscando aprimoramento.

3. Trajetória gincaneira:
Nasci BOROCOCHTÓ e vou morrer BOROCOCHTÓ. Comecei em 86, como ajudante de meu irmão Eduardo e seus amigos. A Boró era formado só por homens. Nós, mulheres, ficávamos tentando organizar a bagunça, dando aqueles toques femininos, usando toda a nossa intuição. Já joguei em todas as posições: já fui 1ª, 2ª e 3ª capitã, vice-líder. Nunca fui líder. Em BH, já ajudei a Equipinel, na Gincana promovida pela 107 Fm e, em Rio Acima, em 99, fui capitã de uma equipe na Gincana promovida pela Natureza Viva. Coincidentemente, todas as gincanas foram coordenadas por vc, né Ney Mourão?

4. Qual é o "grande barato" das gincanas, para você?
Pra mim, o grande barato são os enigmas. Acho fascinante! Adoro ficar matutando, procurando alternativas para solucionar. Adoro também os contatos que são mantidos com pessoas para ajuda na resolução dos problemas. Na última gincana, conheci o Luiz Augusto de Lima, bisneto do Augusto de Lima. Fiquei impressionada tanto com a história de Nova Lima que não conhecia profundamente como com o arquivo de documentos, fotos e etc que ele possui em sua casa. Outro contato interessante foi com o irmão do Ziraldo. Agora já tenho até o celular do pai do Menino Maluquinho!

5. O que não tem "nada a ver" em uma gincana?
Brigas e confusões. Gincana é uma confraternização e não tem espaço para estas baixarias. As divergências sempre existirão e é até salutar, mas briga não admito.

6. Conte uma tarefa inesquecível...
Em 95, na Gincana CIC, a tarefa "O enigma do incunábulo", pedia para as equipes responderem o nome da obra citada no texto dado, além da caracterização de uma pessoa nascida no mesmo dia, mês e ano de uma personalidade que aparecia naquela obra. Antônio Mozelli, marido de Marta, leu o texto e disse que era o nome do filme que tinha assistido uns dias atrás. E justificou dizendo que o nome do perfume citado é que tinha chamado a sua atenção. Quase ninguém acreditou e eu fui uma delas. Como não dava tempo para locar o filme para comprovação eu votei a favor de responder o nome de um disco de Milton Nascimento. E assim foi feito. A porta do CIC lotada para a entrega da última tarefa. A cúpula do Boró estava reunida no Bar do Nandi, em frente ao clube, aguardando... Numa de suas falas, Ney Mourão, vc disse que ligaria o vídeo cassete e esta foi a senha para que Maísa Gomes escrevesse em um novo papel: " O silêncio dos inocentes" e rapidamente trocou o papel que já estava nas mãos de Elias Abalen no box. Fomos a única equipe a "matar" o enigma, ganhamos 300 pontos e o campeonato.

7. Um gincaneiro que mora "do lado esquerdo" do peito...
Sem puxa-saquismo, você, Ney Mourão, que é o maior especialista na arte de gincanas e que preserva sempre o alto astral que uma gincana deve ter.

8. O maior gincaneiro de todos os tempos...
Eu, que desde 86 participo da Gincana CIC, e só fiquei de fora em 2000, por opção.

9. Vale qualquer coisa para cumprir uma tarefa?
Não. Acredito no limite existente para se cumprir uma tarefa. Tenho meus pudores, meus valores, minha ética. Sou partidária da moral filosófica.

10. Qual o maior absurdo que você já fez ou o maior mico...
R. O maior mico que já paguei foi em Rio Acima (MG), quando me fantasiei de florzinha. Esta foi horrível!!! Nem foi mico, foi gorila de tão grande!

11. A tarefa que você sonha em cumprir e ainda não lhe pediram...
Certamente é aquela que só eu sei a resposta e que faz parte da coleção de recortes de jornais, revistas e fotos que possuo e que acredito que um dia será pedido.
Ciara, ao meio, pagando mico e esbanjando charme como
a florzinha mais mal-humorada do jardim.
 

12. E a Gincana do Centro Ideal...
Acredito que é e será o evento mais bacana que já surgiu no CIC. Que nunca sairá de moda, porque cultura, educação, cooperação, lazer, filantropia tudo isto reunido só pode ser algo muito bom!!! Só que a Gincana CIC já tomou proporções enormes e precisa de uma reformulação urgente quanto ao espaço em que é realizada, a premiação e outras coisas mais. Acredito na parceria do Clube com a Prefeitura ou uma empresa grande para a promoção da próxima. Já temos know how para participarmos de uma gincana maior.
 
< Prev
spacer.png, 0 kB
spacer.png, 0 kB
spacer.png, 0 kB